quarta-feira, 30 de abril de 2014

Música não se escuta, se sente


Começou nos anos 90. 

Com o arranque da moto do tio saindo de casa. Que som interessante. Era tipo um vrum, mas não um vrum curto. Era um vruuum longo que ficava mais grave a medida que ela partia. Anos depois, percebeu que esse som conseguia ser mais ou menos reproduzido por um instrumento que muito lhe chamava a atenção. Baixo. Sempre seu instrumento favorito.


De repente, a alma clamava por determinadas melodias. Até se afinar. 

Cada ser possuí uma nota que consegue conversar com seu interior. - concluiu ela. Você provavelmente deve conhecer a sua.

A música é tão intensa que até os que não conseguem ouví-la, a sentem. Verdade esclarecida por um colega surdo-mudo. Ele se atentava às vibrações e dançava com elas. 

Quando se escuta as batidas, sua alma entra em êxtase além da matéria, mas se isso pudesse acontecer fisicamente você se imaginaria de cabelo em pé como o do cientista Beakman. Como se um eletromagnetismo percorresse sua corrente sanguínea.

Música que faz parte da história. Ouve-se as batidas e se é transportado à determinadas fase da vida.
Música que cura. Quem na fossa ou na alegria não desabafou com a melodia?

Música que te faz agradecer por ser humano e poder degustar a imensidão de ritmos. 

Um, dois, três,
testando,
SOM.


Postado por A Ême

2 comentários:

  1. Ahhhh a música! Conta história, cria história, nos acompanha na dor, na alegria....um grande viva a música!

    Ass. Srta. Paradoxo

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  2. Sensacional! Quem nunca ouviu uma música que o fizesse viajar....
    (Um, dois, três, testando. Salame. Salame) kkkkkkkkk
    ass: A Namoradeira

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