Começou nos anos 90.
Com o arranque da moto do tio saindo de casa. Que som interessante. Era tipo um vrum, mas não um vrum curto. Era um vruuum longo que ficava mais grave a medida que ela partia. Anos depois, percebeu que esse som conseguia ser mais ou menos reproduzido por um instrumento que muito lhe chamava a atenção. Baixo. Sempre seu instrumento favorito.
De repente, a alma clamava por determinadas melodias. Até se afinar.
Cada ser possuí uma nota que consegue conversar com seu interior. - concluiu ela. Você provavelmente deve conhecer a sua.
A música é tão intensa que até os que não conseguem ouví-la, a sentem. Verdade esclarecida por um colega surdo-mudo. Ele se atentava às vibrações e dançava com elas.
Quando se escuta as batidas, sua alma entra em êxtase além da matéria, mas se isso pudesse acontecer fisicamente você se imaginaria de cabelo em pé como o do cientista Beakman. Como se um eletromagnetismo percorresse sua corrente sanguínea.
Música que faz parte da história. Ouve-se as batidas e se é transportado à determinadas fase da vida.
Música que cura. Quem na fossa ou na alegria não desabafou com a melodia?
Música que te faz agradecer por ser humano e poder degustar a imensidão de ritmos.
Um, dois, três,
testando,
SOM.
Postado por A Ême
Ahhhh a música! Conta história, cria história, nos acompanha na dor, na alegria....um grande viva a música!
ResponderExcluirAss. Srta. Paradoxo
Sensacional! Quem nunca ouviu uma música que o fizesse viajar....
ResponderExcluir(Um, dois, três, testando. Salame. Salame) kkkkkkkkk
ass: A Namoradeira