E fez-se luz.
Não. Não estou me referindo àquele momento
que você saiu da barriga da sua mãe.
Digo mais ou menos do começo da vida ali, no
fim daqueles dezenove pra vinte anos quando o conto de fadas passa a ser realidade.
Sonhou ter 18, quis mais autonomia e independência. Ilusão? Pontos de vista. Cá
exponho o meu. A dependência só muda o foco. Dependes de seu trabalho, da
conquista dos seus sonhos, das suas contas (hahaha). Claro que do lixo há o
luxo. Não é de todo ruim crescer. Afinal, ir atrás dos sonhos pode ser
trabalhoso, mas bastante gratificante.
É só que essa mescla de conquistas, derrotas,
erros, aprendizado, fortalecimento, me entorpece a mente a respeito da
validade de tudo isso. Sei lá. Tem dias que tenho uma canseira louca dessa
lorota toda. Antes, era tão mais fácil poder ajudar as pessoas e seus
problemas, mas cada vez isso complica e noto que os outros também não tem mais
a mesma paciência em serem prestativos porque já estão fartos dos seus
próprios.
Então, vem cabendo a mim, enfrentar o
clichê de que nada é uma constante. A felicidade é momentânea e por mais que as
coisas estejam ruins, vira e mexe sempre temos uns toques dela.
Julgam-me direto por essas minhas
filosofias pessimistas, mas li uma frase recentemente que guardei daquele
instante em diante: Todo mundo que a gente encontra na vida está enfrentando
uma batalha que você não sabe nada a respeito. Seja gentil com todo mundo.
Sempre!
Daí, como diria um amigo meu: Você está na crise dos quase
30.
O blog me cai bem.
Escrito por: A Ême
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